quarta-feira, 9 de outubro de 2013

UMA VISÃO GERAL A RESPEITO DO ARREBATAMENTO DA IGREJA E DO INGRESSO NA VIDA ETERNA!

UMA VISÃO GERAL A RESPEITO DO ARREBATAMENTO DA IGREJA E DO INGRESSO NA VIDA ETERNA!

A doutrina mais aceita e amplamente difundida pelas Igrejas sobre o assunto, apesar de ser do conhecimento da minoria, se desenvolveu no meio evangélico mundial após o lançamento, entre o início e a metade do século XX, da Bíblia Scofield, que é segundo a palavra dos maiores estudiosos e exegetas da época. Essa Bíblia trouxe várias doutrinas “novas” baseadas em equívocos sucessivos na interpretação das Sagradas Escrituras, entre eles o estudo do Apocalipse. Scofield desenvolveu um estudo do Apocalipse baseado na escola pré-milenista dispensacionalista: a Igreja seria arrebatada “secretamente” e a seguir se iniciaria a grande tribulação. Essa tribulação seria de sete anos, mas dividida em dois períodos de três anos e meio.

Segundo essa “nova” interpretação, no primeiro período o anticristo governaria com o apoio de Israel, mas na metade desses sete anos ele romperia e perseguiria os judeus. Contudo, no final desse segundo ciclo de três anos e meio, Jesus voltaria para buscar os judeus que finalmente o aceitariam como Messias, para então dar início ao seu reino milenar com Satanás amarrado, a Igreja voltando outra vez para a terra e reinando com Ele. Nesse período os judeus que ficariam vivos até o final dos sete anos, continuariam vivos com uma vida normal na terra, casando e se dando em casamento. Mas ao término do milênio satanás seria solto e os perseguiria. Seriam ressuscitados: os mortos que não aceitaram a Jesus antes da tribulação, os judeus que aceitaram a Jesus durante a tribulação, os judeus que continuaram vivos, mas morreram durante o milênio e os judeus que Satanás devorou no final dos mil anos.

Toda essa doutrina, que divide a grande tribulação em sete anos, foi subentendida, equivocadamente, nas 70 semanas de Daniel 9:24-27, pois aquele evento teve a sua realização na pessoa de Cristo em 30-33 A.D. Quando lemos o texto percebemos que ele fala de setenta semanas de anos, e isto todas as escolas concordam, que vai pegar do período do exílio babilônico (+/- 460 a.C) até a morte de Jesus na cruz (+/- 33 d.C), perfazendo um total de 490 (quatrocentos e noventa) anos. Contudo, os pré-milenistas entendem que a última semana de Daniel 9:27 ainda não aconteceu, ou seja, ela teria sido transferida para um futuro desconhecido. Entendem ainda que foram cumpridas 69 (sessenta e nove) semanas (Dn 9:24-26), quando então essa contagem teria parado (está parada há mais  2.000 anos), o que chamam de “relógio de Deus”, e essa contagem só seria reiniciada quando a igreja fosse arrebatada sercretamente.  Mclaudinho_fb@hotmail.comas o pior não é isso, pois esse mesmo texto fala da cessação da transgressão, do fim dos pecados, da expiação da iniqüidade, da justiça eterna, da unção do santíssimo, do Ungido/Messias (que vem do hebráico Meshiah) que no meio da semana faria cessar o sacrifício e a oblação. Entretanto, isso aconteceu de fato na morte de Yeshua, com o episódio do véu do templo se rasgando de alto abaixo, cessando a partir desse momento o sacrifício para expiação de pecados e a oferta de manjares.

Caro leitor, temos antítipos na Bíblia sobre o arrebatamento que não podem ser desprezados, a saber, como está registrado em Luc 17:26 a 36: “... E como aconteceu nos dias de Noé, assim também será a vinda do Filho do Homem. Comiam, bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e consumiu a todos. Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam. Mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, consumindo a todos. Assim também será o dia em o que o Filho do Homem há de se manifestar. Naquele dia, quem estiver no telhado, tendo os utensílios em casa, não desça a tomá-los e, da mesma sorte, o que estiver no campo, não volte para trás. Lembrai-vos da mulher de Ló. Qualquer que procurar salvar a sua vida perdê-la-á, e qualquer que a perder, salva-la-á. Digo-vos que, naquela noite, estarão dois numa cama; um será tomado, e o outro será deixado. Duas estarão juntas, moendo; uma será tomada, e a outra será deixada. Dois estarão no campo; um será tomado e o outro deixado...”. O dilúvio, a destruição de Sodoma e Gomorra são antítipos do arrebatamento e não mencionam nenhuma outra nova chance para os que ficarem, a não ser: a destruição. Temos ainda a parábola do joio; que representa a colheita do arrebatamento, onde o trigo representa os salvos sendo colhidos e só serão separados no dia da colheita, e o joio, simbolizando os perdidos não salvos que são deixados e destruídos queimados sem uma segunda chance (Mat 13:28 a 30). Na parábola das dez virgens, cinco eram prudentes e cinco loucas, mas tardando o esposo tosquenejaram todas e adormeceram. Mas à meia noite, ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro! As que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e a porta se fechou. As que ficaram pediram-lhe para que abrisse a porta, ou uma oportunidade, mas ele respondeu dizendo que não as conhecia, não as deixando entrar (Mat 25: 1 a 13). “Quem não subir será o joio”.

O texto de Lev 19:9 é um dos que têm sido usados como um antítipo do arrebatamento, fazendo alusão ao que diz que; são sombras das coisas futuras. Porém, se fosse um antítipo, não é o Senhor da colheita que recolhe as espigas que ficaram e elas não vão para o mesmo lugar que as que foram colhidas primeiro foram. Agindo assim, percebemos nitidamente de um texto, montando-se um contexto, pois não há nenhuma relação ou relato bíblico que ao menos indique que Jesus dará uma segunda chance aos que ficarem, e ainda; o conteúdo do referido texto aborda um assunto completamente diferente ao enfocado, não sendo uma passagem profética nem escatológica entrando, assim, em contradição com: o tipo do dilúvio, destruição de Sodoma e Gomorra, na parábola do Joio, das dez virgens e demais textos que tratam do assunto. Se cada versículo da Lei é um tipo, representando assim algo no futuro (antítipo), e é literalmente sombra das coisas futuras, teríamos inúmeros antítipos representando as mais diversas “teses” possíveis. Contudo só devemos crer como sendo tipos e antítipos, aqueles que a própria Bíblia diz que são, e não os que achamos que podem ser assim compreendidos.

Vale a pena ressaltar que a Bíblia só faz menção a duas ressurreições e, neste caso, em qual delas se enquadrariam os que morrerem durante a grande tribulação? Atentemos que somente os que fizerem parte da primeira é que a segunda morte não terá poder (Apoc 20:6), e só há uma única ressurreição para os salvos segundo a Bíblia. Hoje já existem aqueles que dividiram a primeira ressurreição em três fases. Mas, se assim o for; haverá quatro ressurreições. Dizem que a primeira fase foi quando Cristo ressuscitou e junto com ele, muitos corpos de santos, mas Jesus foi a primícia sozinho dos que dormem e aqueles que ressuscitaram, ressuscitaram quando ele morreu, antes de sua ressurreição, e novamente morreram (I Cor 15:20). Assim, biblicamente, a primeira fase não tem sentido, pois em tudo Ele teve a preeminência. Foi o primeiro em tudo e só Ele ressuscitou até o presente momento. Na segunda fase ensinam que seria agora na vinda de Jesus (também esta subdividida em duas fases), a terceira suposta fase da primeira ressurreição, seria no término da grande tribulação, e a quarta e última seria no complemento do milênio.

O Apostolo Paulo nos escreveu acerca desse evento tão esperado, conforme podemos meditar em I Cor 15, onde destacamos apenas os versículos julgados oportuno para o momento. No Vers 23 lemos: “... Mas cada um na sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda...”. Complementando, vejamos o Vers 52: “...Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados...”. Lendo todo o capítulo, concluímos, conforme está escrito, que somente após soar a última trombeta é que os mortos ressuscitarão, e ressuscitarão com corpos revestidos da incorruptibilidade e da imortalidade e, após isso, os vivos serão transformados. Quando soará a última trombeta?

Existem os que dizem que ressurreição e reviver têm diferença. Dizem que os que morrerem na grande tribulação reviverão para reinarem com Cristo no milênio, e não ressuscitarão.

A Bíblia diz que após o arrebatamento a terra ficará vazia, destruída e assolada. Meditemos em Apoc 19:17: “... E vi um anjo, que estava no meio do sol, e clamou com grande voz dizendo a todas as aves que voavam no meio do céu: Vinde e ajuntai-vos a ceia do grande Deus. Para que comais a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes... ”.

Em Jer 4, a partir do versículo 20, mas ressaltemos a partir do 23: “... Observei a terra, e eis que estava assolada e vazia; e os céus, e não tinham a sua luz”.

Observei os montes, e eis que estavam tremendo, e todos os seus outeiros estremeciam.

Observei e vi que homem nenhum havia e que todas as aves do céu tinham fugido.

Vi também que a terra fértil era um deserto, e que todas as suas cidades estavam derribadas diante do Senhor, diante do furor da sua ira. ”. Jeremias contemplou a terra após o arrebatamento da Igreja e conforme foi nos dias de Sodoma e Gomorra, após a família de Ló ser retirada, pelos anjos de Deus, choveu fogo e enxofre dos céus e as destruiu. Assim também após os anjos do Senhor apanharem aqueles que estão selados pelo Espírito Santo para o dia do arrebatamento (Ef 4:30), a terra será assolada, sobrevirá repentina destruição (Jó 38: 22 e 23). Leiamos II Ped 3:7 “... Mas os céus e a terra que agora existem, pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do Juízo e da perdição dos homens ímpios...”. Existem muitas referências na Bíblia que dizem que somente os habitantes da terra serão destruídos, e não a terra.

Uma vez arrebatada a Igreja é feita a destruição dos homens ímpios, ficando a terra vazia, deserta e assolada.

Antes de entrarmos em Apoc 20, é importante analisarmos Is 6:9 a 12 – “... Então disse ele, vai e dize a este povo: ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebereis..”.

Engorda o coração deste povo, e endurece-lhe os ouvidos, e fecha-lhes os olhos; não venha ele a ver com os seus olhos, e a ouvir com os seus ouvidos, e a entender com o seu coração, e a converter-se e a ser sarado. Então disse: Até quando Senhor? E respondeu: Até que se assolem as cidades, e fiquem sem habitantes, e nas casas não fique morador, e a terra seja assolada de todo e o Senhor afaste dela os homens e no meio da terra seja grande o desamparo...”. Jesus fez uso deste texto profético quando contou a parábola do semeador e disse que assim falava, por parábolas, para que somente os que ouvissem de bom grado o entendessem. O ímpio e os “grandes homens” não podem compreender o que está escrito por que ela está ocultada aos grandes, mas revelada aos pequeninos. Se tudo o que estivesse escrito tivesse um sentido literal, todos compreenderiam, mas não é bem assim.

Na Bíblia temos tronos representando poderios, dias simbolizando anos e assim sucessivamente.

Quando lemos Apoc 20, que trata da prisão de Satanás, onde ele é amarrado e selado para não mais enganar as nações até o complemento dos mil anos, não quer dizer que esteja amarrado, com selo, carimbo ou com placa de identificação, mas sim; que durante os mil anos que se sucederão os corpos dos mortos na vinda do Senhor não serão sepultados, e a terra estará completamente deserta, assolada e vazia. Quando Satanás se apresentou a Deus para falar sobre Jó, Deus lhe perguntou de onde ele vinha e ele lhe disse que vinha de passear sobre a terra e rodeá-la. Agora ele permanecerá colhendo o fruto que plantou; a destruição. Como há de enganar as nações se estarão todos mortos?

Findo o milênio acontece a segunda ressurreição (Apoc 20:5) e todos os que morreram perdidos ressuscitarão, é o que significa a saída da prisão ou soltura de Satanás: o selo retirado. A partir desse momento haverá pessoas novamente sobre a face da terra, vindas da segunda ressurreição, e são elas que ele, Satanás, irá enganar para cercar a Cidade Amada. Sabe donde vem a Cidade Amada e o que ela representa? Após isso os ímpios serão destruídos com fogo que descerá do céu e os devorará para sempre.

João viu um novo céu e uma nova terra, porque o primeiro céu e a primeira terra passaram e o mar já não existe. Significa que as coisas já passaram; esta vida, o milênio, o antigo e o novo testamento (ver o versículo 4). João viu ainda a Santa Cidade, a nova Jerusalém que de Deus descerá do céu para a terra. E Jesus disse; eis que faço nova todas as coisas.

No Versículo 9 do capítulo 21, um dos anjos chamou a João para lhe mostrar a esposa, a mulher do Cordeiro e o que foi que o anjo lhe mostrou? A Igreja (corpo de Cristo) ou a nova Jerusalém? Durante o milênio estaremos nas bodas (festa de casamento) do Cordeiro, seremos os convidados (Mat 22). Após isso, o anjo dá a sua medida e lhe manda medir com uma cana e dizendo que conforme a medida de um homem é a medida de Deus, e diz como é a Cidade. Muitos usam este capítulo para ilustrar o céu, dizendo que lá as ruas são de ouro e existem mansões celestiais/douradas, mas não há ruas de ouro ou mansões douradas descritas na Bíblia. Esquecem que ele fala é da Nova Jerusalém que está descendo para a terra e não do céu (expansão) e nos diz que as nações da terra andarão a sua luz durante toda a eternidade, e somente a cidade não necessita de luz e que somente ali não haverá noite. Diz também que os reis da terra andarão a sua luz.

Ainda no Cap 21:3, a Nova Jerusalém é descrita como o tabernáculo de Deus com os homens e Jesus, o Sumo Sacerdote eterno deste tabernáculo (Hb 5:5), sendo Deus quem virá morar com o seu povo na nova terra, e não o seu povo ir morar com Ele. Não haverá mais lembranças das coisas passadas e o destino dos ímpios está no versículo 8, que é a segunda e última morte.

Analisando Apoc 21:1, faz-se necessário ressaltar que a terra não será totalmente destruída conforme está escrito em Jer 4:27 que diz: “... Porque assim diz o Senhor, toda esta terra será assolada, de todo porém, a não consumirei...”. E ainda em Ecl 1:4, “... Uma geração vai e outra geração vem, mas a terra permanece para sempre...”. Existem ainda muitos outros textos que fazem menção à destruição dos ímpios sobre toda a face da terra e não do planeta terra (Ez 7:7, Is 13:9).

Voltemos as nossas atenções ao inicio de tudo, onde o nosso Deus Criador, sendo um ser espiritual, criou todas as coisas visíveis e invisíveis para o seu louvor. Notório nos é que o homem foi o último ser a ser criado por Deus e só foi criado depois de tudo estar preparado para recebê-lo. Como quem prepara o quarto do filho que está por nascer, assim também fez Deus com o homem, a obra máxima de sua criação, conforme está registrado no livro de Gênesis.

Deus sendo um ser espiritual e tendo os seres espirituais, fez o homem, um ser material e imortal. Porém não era revestido da incorruptibilidade. Nesse meio tempo, Lúcifer ou o Querubim Protetor, como está escrito no capítulo 27 de Ezequiel e em Isaias no Capítulo 14, a partir do versículo 14, encheu o seu coração de vaidade e tentou fazer rebelião contra o Deus Altíssimo, convertendo para si a terça parte dos anjos dos céus. Mas foram expulsos não se achando mais lá a sua morada, passando então a ser um instrumento nas mãos de Deus, uma vez que o homem não era revestido da incorruptibilidade, Deus sabia o que poderia acontecer e permitiu que o homem fosse tentado pelo Diabo no Éden.

O Diabo ninguém o tentou. Mas o seu coração desfigurou-se. Deus fez um Querubim e ele mesmo se fez Diabo ou Satanás (opositor, caluniador), não obtendo assim o perdão de Deus.

Agora Deus procura os verdadeiros adoradores que o adorem em espírito e em verdade, ou seja, de coração e em atitude. Ali não entrará coisa alguma que contamine, mas só os que estiverem escritos no livro da vida e do Cordeiro, pois todos os que são impuros de coração, não tiveram as suas vidas consagradas como deveriam ser no tempo da lei, e agora, deixarem de aceitar a Jesus Cristo, não entrarão no Seu repouso. Jeová lhes deu livre arbítrio para escolherem a quem sirvam (Js 24:15, Sl 25:12 e 119:30, Lc 10:42) mas os que forem salvos serão revestidos da imortalidade e da incorruptibilidade, e quando o que é mortal, o nosso corpo, for revestido da imortalidade, então se cumprirá o que está escrito: “...Tragada foi a morte na vitória....” (I Cor 15).

Qual é a promessa de morada eterna que temos? Não está escrito que a nossa morada eterna é nos céus ou que lá existem ruas de ouro ou mansões douradas. A Bíblia diz que céu significa expansão. Existem três céus mencionados na Palavra: O primeiro é o nosso atmosférico, o segundo é o universo e o terceiro é o Trono de Deus (Gen 1: 6 a 8).

Em Mat 5:5 diz assim: “...Bem aventurados os mansos, porque herdarão a terra...”. Não diz que herdaremos o céu ou que o céu é para a Igreja. Em II Ped 3:13 está registrado que nós segundo a sua promessa aguardamos novos céus e nova terra onde habita a Justiça. Então, qual foi a promessa e a quem Deus fez? Em Gênesis temos a resposta de que a promessa foi feita a Abraão e a sua semente. A promessa que temos é que herdaremos a terra.

A Igreja é o Israel de Deus e passará a grande tribulação, no entanto, antes que Deus destrua os ímpios nós seremos arrebatados. Naquele tempo será poupado o seu povo (Mat 24:22).

Existem muitos livros escritos por Doutores, mestres e professores que tratam destes assuntos. Mas, em profecias futuras e não cumpridas tudo o que dissermos será suposição. Quando se trata de profecias ainda não cumpridas, só teremos o seu entendimento exato quando se cumprirem. Podemos hoje ter uma idéia mais próxima do que será, mas afirmarmos que assim se sucederá na íntegra não temos esse poder. Lembremo-nos de que livros, não a Bíblia, expressam a opinião pessoal de seus autores. Na maioria das vezes, aqueles que têm dúvidas ou querem aprender o que diz-nos as Sagradas Escrituras, ao invés de pedir a Deus sabedoria, procuram respostas para suas dúvidas em preceitos de homens que são conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo.

Deus nos abençoe rica e abundantemente!



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