sábado, 19 de outubro de 2013

Sobre a minha visão das verdades bíblicas!

Sabemos que a palavra de Deus nos instrui para que cresçamos na Graça, no conhecimento e tenhamos a nossa casa edificada na Rocha e, vindo a tempestade, ela não seja abalada.

A verdadeira exegese e hermenêutica, ou seja, a verdadeira explicação e interpretação dos textos bíblicos, quem nos concede é o Espírito Santo de Deus. Ele nos concede a sabedoria independente do nível de escolaridade, posição social, grupo étnico ou qualquer outro adjetivo julgado pelo homem necessário para que se tenha credibilidade e prestigio entre os que estão a sua volta.

O Espírito Santo de Deus nos dá sabedoria para que; uma vez adquirida, frutifiquemos. Quer seja ganhando almas, vidas, para Cristo ou doutrinando o povo de Deus que se encontra carente e extremamente sedento. Porém, esse mesmo povo não busca na fonte o alimento que lhe é tão essencial para o seu crescimento e maturidade espiritual, pois para eles, têm sido mais confortável colocar a sua fé galgada em cima do que os Doutores têm ensinado e pregado, porque julgam que tais homens são profundamente conhecedores de toda a verdade e habilitados pelos cursos que os credenciam. Mas é claro que não se pode generalizar, e sim, tomarmos cuidado com o que chega até a nossa boca para engolirmos. Temos que saber separar o que é bom e afastar o que for ruim. Mas esse conhecimento só vem com o exame das Escrituras Sagradas que de Cristo testificam.

Sabemos que existem inúmeras denominações evangélicas -“ ... E também houve entre o povo falsos profetas como entre vós haverá também falsos doutores que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição, e muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. E por avareza, farão de vós negócio com palavras fingidas, sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença e a sua perdição não dormita...”, II Pedro 2:1 a 3. Como vemos, muitas denominações são pseudoevangélicas. Apesar de não podermos de julgá-las nem de recriminá-las, pois Deus não nos permitiu isso, só poderemos saber quais são, conhecendo a Bíblia para não sermos contados com as suas transgressões. Não interessa aos políticos (aqueles que são  corruptos) um povo esclarecido, pois dificultaria ações ilícitas. Não interessa ao maligno que o povo seja instruído na palavra porque, não sendo, são presas fáceis de homens que só pensam em dinheiro e assim; fica mais fácil a sua manipulação.

Sou membro da Igreja Batista Tradicional, mas lamentavelmente, nos dias de hoje, nós temos uma denominação e uma interpretação bíblica para todos os gostos. Cada uma delas tem um Doutor na Lei, cursado e diplomado como Dr em Bíblia. Cada membro de uma determinada Igreja Evangélica, é formado e instruído a crer nas Sagradas Escrituras como a sua denominação vê e prega. Exemplificando, os Batistas Tradicionais crêem como Batistas Tradicionais, os Assembleianos crêem na Bíblia de seu modo, os Adventistas, os Católicos, as Testemunhas de Jeová, os Mórmons, A Igreja Universal do Reino de Deus e etc. Cada um defende a sua instituição eclesiástica como quem defende a própria honra, e aí daquele membro que for contrário ao pensamento de sua Igreja e tentar provar biblicamente que estão equivocados. Será tido como louco, criador de casos, opositor, rebelde e outros pejorativos.

Destarte, solicito ao leitor amado que examine e medite no que está escrito, pois sei que não detenho a verdade mas estou em busca incansável da mesma. Sei também que o povo está sedento e é de fácil manipulação. Tudo o que os seus líderes dizem, a extrema maioria aceita sem nenhum questionamento. Com isso, vemos as profecias bíblicas se cumprindo dia a dia; pois muitos têm seguido a homens corruptos de entendimento que aprendem sempre, sem no entanto chegar ao conhecimento da verdade.

Pedro escreveu em II Pedro Cap 1  e Ver 20 e 21, “ ... sabendo primeiramente isto: Que nenhuma escritura da profecia é de particular interpretação; porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo...”. Ele escreveu ainda no Cap 3 e Ver 16 “...falando disto, como em todas as suas epistolas, entre as quais, há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem igualmente as outras escrituras, para a sua própria perdição...”. Assim sendo caro leitor, existem três verdades; a minha, a de meu próximo e a de Deus. Qual destas é a verdade? Sim, seja sempre a de Deus. Mas, infelizmente, hoje temos homens que se consideram “Grandes Homens de Deus” e se você ousar em tentar convencê-los a luz das Escrituras de seus equívocos; ganhará para si um inimigo e, por causa do coração endurecido nunca lhe ouvirão como a voz da razão. Entretanto, os discípulos de Jesus perguntaram-no o porquê de falar em parábolas e ele lhes respondeu: “... Por que a vós é dado conhecer os mistérios do Reino dos céus, mas a eles, não lhes é dado; porque aquele que tem se dará (a vida), e terá em abundância, mas;  aquele que não tem (vida), até aquilo que tem lhe será tirado. Por isso lhes falo por parábolas, porque eles vendo, não vêem e, ouvindo, não ouvem nem compreendem ... Porque o coração deste povo está endurecido, e ouviu de mau grado com seus ouvidos e fechou os olhos para,  que não vejam com os olhos, e ouçam com os ouvidos, e compreendam com o coração, e se convertam e eu os cure...”. Mat 13: 11 a 15.


Vivemos indiscutivelmente no “Tempo do Fim”. No passado o maligno tentou fazer guerra contra o Povo de Deus. Tentou destruí-lo com a espada mas não obteve êxito. Durante os mil duzentos e sessenta anos que durou a “Santa Inquisição” ou seja, quarenta e dois meses, tempos e tempos e metade de um tempo (Dan 7:25 – Apoc 11:2 / 12:6 / 13:5), anos esses de 360 dias, pois assim eram os anos daquela época conforme vos é sabido. Hoje em dia, a arma do maligno é muito mais eficiente; é a confusão religiosa. Babel ou Babilônia.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

É NATAL!!

É NATAL!!

Graça e paz queridos irmãos!

É natal! Vejo as casas enfeitadas, árvores montadas, pessoas carregando presentes, trocando cartões, comprando comidas tradicionalmente típicas da época e tudo o mais que é proporcionado pela “magia do natal”.

Quando encontramos conhecidos ou somos saudados por desconhecidos, todos nos saúdam como que num coro uníssono:
- Feliz Natal!!

Agora passo a me perguntar:
- O que realmente significa um feliz natal?

É natal. Vejo a casa do menino pobre. O pai está desempregado e doente, sua mãe grávida outra vez. A casa não está enfeitada porque não há enfeites. Todas as vasilhas destinadas ao depósito de alimentos estão vazias. A fome impera! Esse menino vai para o lado de fora de seu casebre e contempla com seu olhar tristonho, a felicidade das outras crianças que ganharam presentes e estão cheios de felicidade, que estampa os seus rostos, a exibi-los. Continua olhando e vê que os outros meninos estão muito bem vestidos, inaugurando as suas novas vestes. De repente, houve a mãe de um deles a chamar:
- Pedrinho meu filho..., a ceia...., está na hora. O peru vai esfriar!

Agora ele olha para os seus farrapos que estão em seu corpo. Farrapos esses que foram doados por um dos meninos que ele via do seu quintal e que já não prestavam mais. Escuta um ronco e se dá conta de que ainda nem tinha almoçado naquele dia, e que certamente não jantaria.

Enquanto permanece no quintal, passa um outro menino estreando a sua bicicleta nova e lhe deseja:
- Feliz Natal!!

Agora esse menino tem a sua atenção desviada para a outra residência ao lado da sua. Ele sabe que naquela casa os moradores não são evangélicos, e testemunha a chegada das inúmeras caixas de cervejas, garrafões de vinho e inúmeras outras bebidas que desconhece, mas sabe que todas elas serão utilizadas para celebrar o natal. Enquanto observa isso, vê passar um grupo de amigos que estavam alegres e felizes por terem comprado um bom número de drogas para passar e comemorar o natal, juntamente com as suas namoradas.

Agora consciente do que realmente significa um “feliz natal”, esse menino adentra em sua humilde residência e vai se deitar, para que ao menos em seus sonhos ele também possa usufruir daquilo o que nunca provou: a ceia de natal.

Meditando um pouco nessa história, começamos a perceber o real significado do que seria um feliz natal. Seria ganhar muitos presentes, toda a família reunida e saudável, mesa por demais farta, casas enfeitadas  e etc...

Agora, após refletir um pouco nisso, me pergunto:
- O que eu estou comemorando nesse dia?

A resposta é instantânea:
- O aniversário de nascimento de Jesus.

Examinando a Bíblia a procura de mais subsídios para essa tradição, percebo que os Judeus não comemoravam as datas de nascimento das pessoas, mas sim; as de sua morte. Vejo que Jesus não nasceu de fato no dia 25 de dezembro, mas que herdamos da chamada “Igreja mãe” essa tradição. Então acabo conscientemente ensinando aos meus filhos uma mentira (Salmos 4: 2 – “... Filhos dos homens, até quando convertereis a minha glória em infâmia? Até quando amareis a vaidade e buscareis a mentira?...”), alimentando uma doce ilusão de que o aniversário de Jesus deveria ser festejado de acordo com a tradição humana e os rudimentos do mundo, mesmo Deus não nos deixando propositadamente o dia do nascimento do seu filho, mas o apagou em definitivo da memória dos viventes.

Isaias 53: 8 “Pela opressão e pelo juízo foi arrebatado; e quem dentre os da sua geração considerou que ele fora cortado da terra dos viventes, ferido por causa da transgressão do meu povo?” - Mas o homem não compreendeu esse propósito e criou um dia, segundo a sua própria vontade para festejá-lo e ainda por cima num dia que já era destinado às comemorações pagãs de um povo que adorava e festejava o deus sol, e que ainda nem conheciam a Cristo. Porém, quando analisamos o capítulo 17 de Deuteronômio , versículo 3, lemos o seguinte: “... que tenha ido e servido a outros deuses, adorando-os, a eles, ou ao sol, ou à lua, ou a qualquer astro do exército do céu o que não ordenei...”. Seria coincidência?

Ah! Como são lindos os enfeites natalinos!! Mas qual será o significado de cada um deles e como foram introduzidos na festa de comemoração do natal?

Existia um povo chamado Celta que tinha como líderes espirituais os Druidas. Esse povo adorava as forças da natureza, e até os dias de hoje ainda possuem seguidores.

Adoravam ao Grande Carvalho ao qual alguns historiadores o chamam de deus THOR. Podemos encontrar algumas referências em Ezequiel 6:13, que diz: - “...Então sabereis que eu sou o Senhor, quando os seus mortos estiverem estendidos no meio dos seus ídolos, em redor dos seus altares, em todo outeiro alto, em todos os cumes dos montes, e debaixo de toda árvore verde, e debaixo de todo carvalho frondoso, lugares onde ofereciam suave cheiro a todos os seus ídolos...”.

Esse povo oferecia sacrifícios humanos, que eram voluntários, a esse deus adorado. Após serem imolados, na tentativa de agradar a divindade e assim obter prosperidade e etc, decepavam as suas cabeças e as penduravam nas árvores, o que oferecia uma visão por demais macabra.

Com o advento de o cristianismo ter se tornando a religião oficial de Roma, oficializada por Constantino, e pelo poderio das conquistas desse império, Roma persuadiu  esse povo a não mais sacrificarem vidas humanas, mas que oferecessem, ofertassem presentes ao Grande Carvalho em troca do sacrifício de pessoas. Esse povo passou então a depositar oferendas, presentes nos pés daquela árvore, e a pendurar frutas vermelhas e cítricas em seus galhos.

Os presentes significavam os corpos e as vidas que eram sacrificadas, as frutas vermelhas que enfeitavam a árvore simbolizavam as cabeças que outrora eram penduradas. O interessante é que até hoje os bruxos seguidores dessa seita têm esse costume. Eles nos acusam de termos copiados as suas tradições e de tê-las, conseqüentemente, adaptado-as ao cristianismo. Possuíam também o costume de quebrar o jejum a meia-noite, o que também é feito, segundo a tradição mundana, com a ceia de natal.

Acredito que não é preciso comentar o significado dos demais símbolos!

Agora na tentativa de se auto-justificar, pois estamos muitas vezes presos e enraizados nos costumes com os quais fomos criados, segundo a carne não segundo a Cristo, e por cultuá-los durante anos a fio, buscamos na Palavra amparo ou algo que possa ao menos, tentar nos justificarmos com o único propósito de não deixar morrer a tradição que tanto amamos por sua magia que nos é supostamente passada. Muitos sem saber, dizem que os presentes depositados aos pés da árvore de natal representariam os presentes que os reis magos trouxeram a Jesus em sua manjedoura. Contudo, os reis magos foram visitar o Rei dos Judeus. Era costume entre reinos, sempre que houvesse visitas, levar presentes de um rei para o outro rei. Citamos o caso da rainha de Sabá quando foi visitar Salomão, segundo I Reis 10: 10, “...E deu ela ao rei cento e vinte talentos de ouro, especiarias em grande quantidade e pedras preciosas; nunca mais apareceu tamanha abundância de especiarias como a que a rainha de Sabá deu ao rei Salomão...”.

Agora perguntamos o que Jesus nos mandou celebrar? Qual é a sua real vontade?

I Cor 11: 25 e 26 “...Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes do cálice estareis anunciando a morte do Senhor, até que ele venha...”.

Deus sempre deixou bem claro para o seu povo que nunca deveriam copiar as práticas religiosas de outros povos. Observemos o texto abaixo:
DEUTERONÔMIO 12: 29 a 32 “... Quando o Senhor teu Deus exterminar de diante de ti as nações aonde estás entrando para as possuir, e as desapossares e habitares na sua terra, guarda-te para que não te enlaces para as seguires, depois que elas forem destruídas diante de ti; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: De que modo serviam estas nações os seus deuses? pois do mesmo modo também farei eu. Não farás assim para com o Senhor teu Deus; porque tudo o que é abominável ao Senhor, e que ele detesta, fizeram elas para com os seus deuses; pois até seus filhos e suas filhas queimam no fogo aos seus deuses.
Tudo o que eu te ordeno, observarás; nada lhe acrescentarás nem diminuirás...”.

Deus nunca aceitou que fossem copiadas as suas festas pagãs ou seus rituais espirituais (Deut 20: 17 e 18). Entretanto, estabeleceu muitas festas exclusivas para o povo de Israel, deixando-as como estatuto perpétuo. Destarte, até os dias de hoje os judeus são obrigados a mantê-las, pois são exclusivas para aquele povo. Contudo, nós os gentios, estamos excluídos desse pacto, conforme podemos verificar em Gal 2:14 : “...Mas, quando vi que não andavam retamente conforme a verdade do evangelho, disse a Cefas perante todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como os judeus, como é que obrigas os gentios a viverem como judeus?...”. Poderíamos citar as festas das cabanas, dos tabernáculos, da colheita e muitas outras. Contudo, no novo pacto, no tempo da graça, não há nenhuma ordenança de festas para os gentios que aceitam a Jesus Cristo, a não ser a celebração da ceia do Senhor até que venha. Essa sim é a nossa festa e a nossa páscoa.

O interessante em tudo isso é que todas as escolas admitem e concordam que Jesus não nasceu de fato no dia 25 de dezembro, e que nessa data era cultuado o deus sol, um deus romano. Sabem que esse dia foi, o dia do deus sol, enganosamente substituído pelo natal, como forma de não se interromper a festividade tradicional peculiar daquele povo pagão. Admitem que a festa era pagã, e que supostamente  tomaram das mãos de Satanás esse dia festivo, o que contraria os preceitos divinos que sempre proibiu e condenou o trazer, o adaptar de cultos pagãos como forma de adorá-lo.

Agora que conhecemos, ainda que superficialmente, melhor o verdadeiro significado do natal, está em nossas mãos o escolher de que modo agradar a Deus, e se de fato queremos agradá-lo ou a nós mesmos!

Deus nos abençoe!!


Quero com muita expectativa saber a vossa opinião sobre o que foi dito nestas laudas e, deixo abaixo o meu endereço eletrônico.


A Paz de Cristo que excede todo o entendimento humano seja convosco!!

UMA VISÃO GERAL A RESPEITO DO ARREBATAMENTO DA IGREJA E DO INGRESSO NA VIDA ETERNA!

UMA VISÃO GERAL A RESPEITO DO ARREBATAMENTO DA IGREJA E DO INGRESSO NA VIDA ETERNA!

A doutrina mais aceita e amplamente difundida pelas Igrejas sobre o assunto, apesar de ser do conhecimento da minoria, se desenvolveu no meio evangélico mundial após o lançamento, entre o início e a metade do século XX, da Bíblia Scofield, que é segundo a palavra dos maiores estudiosos e exegetas da época. Essa Bíblia trouxe várias doutrinas “novas” baseadas em equívocos sucessivos na interpretação das Sagradas Escrituras, entre eles o estudo do Apocalipse. Scofield desenvolveu um estudo do Apocalipse baseado na escola pré-milenista dispensacionalista: a Igreja seria arrebatada “secretamente” e a seguir se iniciaria a grande tribulação. Essa tribulação seria de sete anos, mas dividida em dois períodos de três anos e meio.

Segundo essa “nova” interpretação, no primeiro período o anticristo governaria com o apoio de Israel, mas na metade desses sete anos ele romperia e perseguiria os judeus. Contudo, no final desse segundo ciclo de três anos e meio, Jesus voltaria para buscar os judeus que finalmente o aceitariam como Messias, para então dar início ao seu reino milenar com Satanás amarrado, a Igreja voltando outra vez para a terra e reinando com Ele. Nesse período os judeus que ficariam vivos até o final dos sete anos, continuariam vivos com uma vida normal na terra, casando e se dando em casamento. Mas ao término do milênio satanás seria solto e os perseguiria. Seriam ressuscitados: os mortos que não aceitaram a Jesus antes da tribulação, os judeus que aceitaram a Jesus durante a tribulação, os judeus que continuaram vivos, mas morreram durante o milênio e os judeus que Satanás devorou no final dos mil anos.

Toda essa doutrina, que divide a grande tribulação em sete anos, foi subentendida, equivocadamente, nas 70 semanas de Daniel 9:24-27, pois aquele evento teve a sua realização na pessoa de Cristo em 30-33 A.D. Quando lemos o texto percebemos que ele fala de setenta semanas de anos, e isto todas as escolas concordam, que vai pegar do período do exílio babilônico (+/- 460 a.C) até a morte de Jesus na cruz (+/- 33 d.C), perfazendo um total de 490 (quatrocentos e noventa) anos. Contudo, os pré-milenistas entendem que a última semana de Daniel 9:27 ainda não aconteceu, ou seja, ela teria sido transferida para um futuro desconhecido. Entendem ainda que foram cumpridas 69 (sessenta e nove) semanas (Dn 9:24-26), quando então essa contagem teria parado (está parada há mais  2.000 anos), o que chamam de “relógio de Deus”, e essa contagem só seria reiniciada quando a igreja fosse arrebatada sercretamente.  Mclaudinho_fb@hotmail.comas o pior não é isso, pois esse mesmo texto fala da cessação da transgressão, do fim dos pecados, da expiação da iniqüidade, da justiça eterna, da unção do santíssimo, do Ungido/Messias (que vem do hebráico Meshiah) que no meio da semana faria cessar o sacrifício e a oblação. Entretanto, isso aconteceu de fato na morte de Yeshua, com o episódio do véu do templo se rasgando de alto abaixo, cessando a partir desse momento o sacrifício para expiação de pecados e a oferta de manjares.

Caro leitor, temos antítipos na Bíblia sobre o arrebatamento que não podem ser desprezados, a saber, como está registrado em Luc 17:26 a 36: “... E como aconteceu nos dias de Noé, assim também será a vinda do Filho do Homem. Comiam, bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e consumiu a todos. Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam. Mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, consumindo a todos. Assim também será o dia em o que o Filho do Homem há de se manifestar. Naquele dia, quem estiver no telhado, tendo os utensílios em casa, não desça a tomá-los e, da mesma sorte, o que estiver no campo, não volte para trás. Lembrai-vos da mulher de Ló. Qualquer que procurar salvar a sua vida perdê-la-á, e qualquer que a perder, salva-la-á. Digo-vos que, naquela noite, estarão dois numa cama; um será tomado, e o outro será deixado. Duas estarão juntas, moendo; uma será tomada, e a outra será deixada. Dois estarão no campo; um será tomado e o outro deixado...”. O dilúvio, a destruição de Sodoma e Gomorra são antítipos do arrebatamento e não mencionam nenhuma outra nova chance para os que ficarem, a não ser: a destruição. Temos ainda a parábola do joio; que representa a colheita do arrebatamento, onde o trigo representa os salvos sendo colhidos e só serão separados no dia da colheita, e o joio, simbolizando os perdidos não salvos que são deixados e destruídos queimados sem uma segunda chance (Mat 13:28 a 30). Na parábola das dez virgens, cinco eram prudentes e cinco loucas, mas tardando o esposo tosquenejaram todas e adormeceram. Mas à meia noite, ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro! As que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e a porta se fechou. As que ficaram pediram-lhe para que abrisse a porta, ou uma oportunidade, mas ele respondeu dizendo que não as conhecia, não as deixando entrar (Mat 25: 1 a 13). “Quem não subir será o joio”.

O texto de Lev 19:9 é um dos que têm sido usados como um antítipo do arrebatamento, fazendo alusão ao que diz que; são sombras das coisas futuras. Porém, se fosse um antítipo, não é o Senhor da colheita que recolhe as espigas que ficaram e elas não vão para o mesmo lugar que as que foram colhidas primeiro foram. Agindo assim, percebemos nitidamente de um texto, montando-se um contexto, pois não há nenhuma relação ou relato bíblico que ao menos indique que Jesus dará uma segunda chance aos que ficarem, e ainda; o conteúdo do referido texto aborda um assunto completamente diferente ao enfocado, não sendo uma passagem profética nem escatológica entrando, assim, em contradição com: o tipo do dilúvio, destruição de Sodoma e Gomorra, na parábola do Joio, das dez virgens e demais textos que tratam do assunto. Se cada versículo da Lei é um tipo, representando assim algo no futuro (antítipo), e é literalmente sombra das coisas futuras, teríamos inúmeros antítipos representando as mais diversas “teses” possíveis. Contudo só devemos crer como sendo tipos e antítipos, aqueles que a própria Bíblia diz que são, e não os que achamos que podem ser assim compreendidos.

Vale a pena ressaltar que a Bíblia só faz menção a duas ressurreições e, neste caso, em qual delas se enquadrariam os que morrerem durante a grande tribulação? Atentemos que somente os que fizerem parte da primeira é que a segunda morte não terá poder (Apoc 20:6), e só há uma única ressurreição para os salvos segundo a Bíblia. Hoje já existem aqueles que dividiram a primeira ressurreição em três fases. Mas, se assim o for; haverá quatro ressurreições. Dizem que a primeira fase foi quando Cristo ressuscitou e junto com ele, muitos corpos de santos, mas Jesus foi a primícia sozinho dos que dormem e aqueles que ressuscitaram, ressuscitaram quando ele morreu, antes de sua ressurreição, e novamente morreram (I Cor 15:20). Assim, biblicamente, a primeira fase não tem sentido, pois em tudo Ele teve a preeminência. Foi o primeiro em tudo e só Ele ressuscitou até o presente momento. Na segunda fase ensinam que seria agora na vinda de Jesus (também esta subdividida em duas fases), a terceira suposta fase da primeira ressurreição, seria no término da grande tribulação, e a quarta e última seria no complemento do milênio.

O Apostolo Paulo nos escreveu acerca desse evento tão esperado, conforme podemos meditar em I Cor 15, onde destacamos apenas os versículos julgados oportuno para o momento. No Vers 23 lemos: “... Mas cada um na sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda...”. Complementando, vejamos o Vers 52: “...Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados...”. Lendo todo o capítulo, concluímos, conforme está escrito, que somente após soar a última trombeta é que os mortos ressuscitarão, e ressuscitarão com corpos revestidos da incorruptibilidade e da imortalidade e, após isso, os vivos serão transformados. Quando soará a última trombeta?

Existem os que dizem que ressurreição e reviver têm diferença. Dizem que os que morrerem na grande tribulação reviverão para reinarem com Cristo no milênio, e não ressuscitarão.

A Bíblia diz que após o arrebatamento a terra ficará vazia, destruída e assolada. Meditemos em Apoc 19:17: “... E vi um anjo, que estava no meio do sol, e clamou com grande voz dizendo a todas as aves que voavam no meio do céu: Vinde e ajuntai-vos a ceia do grande Deus. Para que comais a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes... ”.

Em Jer 4, a partir do versículo 20, mas ressaltemos a partir do 23: “... Observei a terra, e eis que estava assolada e vazia; e os céus, e não tinham a sua luz”.

Observei os montes, e eis que estavam tremendo, e todos os seus outeiros estremeciam.

Observei e vi que homem nenhum havia e que todas as aves do céu tinham fugido.

Vi também que a terra fértil era um deserto, e que todas as suas cidades estavam derribadas diante do Senhor, diante do furor da sua ira. ”. Jeremias contemplou a terra após o arrebatamento da Igreja e conforme foi nos dias de Sodoma e Gomorra, após a família de Ló ser retirada, pelos anjos de Deus, choveu fogo e enxofre dos céus e as destruiu. Assim também após os anjos do Senhor apanharem aqueles que estão selados pelo Espírito Santo para o dia do arrebatamento (Ef 4:30), a terra será assolada, sobrevirá repentina destruição (Jó 38: 22 e 23). Leiamos II Ped 3:7 “... Mas os céus e a terra que agora existem, pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do Juízo e da perdição dos homens ímpios...”. Existem muitas referências na Bíblia que dizem que somente os habitantes da terra serão destruídos, e não a terra.

Uma vez arrebatada a Igreja é feita a destruição dos homens ímpios, ficando a terra vazia, deserta e assolada.

Antes de entrarmos em Apoc 20, é importante analisarmos Is 6:9 a 12 – “... Então disse ele, vai e dize a este povo: ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebereis..”.

Engorda o coração deste povo, e endurece-lhe os ouvidos, e fecha-lhes os olhos; não venha ele a ver com os seus olhos, e a ouvir com os seus ouvidos, e a entender com o seu coração, e a converter-se e a ser sarado. Então disse: Até quando Senhor? E respondeu: Até que se assolem as cidades, e fiquem sem habitantes, e nas casas não fique morador, e a terra seja assolada de todo e o Senhor afaste dela os homens e no meio da terra seja grande o desamparo...”. Jesus fez uso deste texto profético quando contou a parábola do semeador e disse que assim falava, por parábolas, para que somente os que ouvissem de bom grado o entendessem. O ímpio e os “grandes homens” não podem compreender o que está escrito por que ela está ocultada aos grandes, mas revelada aos pequeninos. Se tudo o que estivesse escrito tivesse um sentido literal, todos compreenderiam, mas não é bem assim.

Na Bíblia temos tronos representando poderios, dias simbolizando anos e assim sucessivamente.

Quando lemos Apoc 20, que trata da prisão de Satanás, onde ele é amarrado e selado para não mais enganar as nações até o complemento dos mil anos, não quer dizer que esteja amarrado, com selo, carimbo ou com placa de identificação, mas sim; que durante os mil anos que se sucederão os corpos dos mortos na vinda do Senhor não serão sepultados, e a terra estará completamente deserta, assolada e vazia. Quando Satanás se apresentou a Deus para falar sobre Jó, Deus lhe perguntou de onde ele vinha e ele lhe disse que vinha de passear sobre a terra e rodeá-la. Agora ele permanecerá colhendo o fruto que plantou; a destruição. Como há de enganar as nações se estarão todos mortos?

Findo o milênio acontece a segunda ressurreição (Apoc 20:5) e todos os que morreram perdidos ressuscitarão, é o que significa a saída da prisão ou soltura de Satanás: o selo retirado. A partir desse momento haverá pessoas novamente sobre a face da terra, vindas da segunda ressurreição, e são elas que ele, Satanás, irá enganar para cercar a Cidade Amada. Sabe donde vem a Cidade Amada e o que ela representa? Após isso os ímpios serão destruídos com fogo que descerá do céu e os devorará para sempre.

João viu um novo céu e uma nova terra, porque o primeiro céu e a primeira terra passaram e o mar já não existe. Significa que as coisas já passaram; esta vida, o milênio, o antigo e o novo testamento (ver o versículo 4). João viu ainda a Santa Cidade, a nova Jerusalém que de Deus descerá do céu para a terra. E Jesus disse; eis que faço nova todas as coisas.

No Versículo 9 do capítulo 21, um dos anjos chamou a João para lhe mostrar a esposa, a mulher do Cordeiro e o que foi que o anjo lhe mostrou? A Igreja (corpo de Cristo) ou a nova Jerusalém? Durante o milênio estaremos nas bodas (festa de casamento) do Cordeiro, seremos os convidados (Mat 22). Após isso, o anjo dá a sua medida e lhe manda medir com uma cana e dizendo que conforme a medida de um homem é a medida de Deus, e diz como é a Cidade. Muitos usam este capítulo para ilustrar o céu, dizendo que lá as ruas são de ouro e existem mansões celestiais/douradas, mas não há ruas de ouro ou mansões douradas descritas na Bíblia. Esquecem que ele fala é da Nova Jerusalém que está descendo para a terra e não do céu (expansão) e nos diz que as nações da terra andarão a sua luz durante toda a eternidade, e somente a cidade não necessita de luz e que somente ali não haverá noite. Diz também que os reis da terra andarão a sua luz.

Ainda no Cap 21:3, a Nova Jerusalém é descrita como o tabernáculo de Deus com os homens e Jesus, o Sumo Sacerdote eterno deste tabernáculo (Hb 5:5), sendo Deus quem virá morar com o seu povo na nova terra, e não o seu povo ir morar com Ele. Não haverá mais lembranças das coisas passadas e o destino dos ímpios está no versículo 8, que é a segunda e última morte.

Analisando Apoc 21:1, faz-se necessário ressaltar que a terra não será totalmente destruída conforme está escrito em Jer 4:27 que diz: “... Porque assim diz o Senhor, toda esta terra será assolada, de todo porém, a não consumirei...”. E ainda em Ecl 1:4, “... Uma geração vai e outra geração vem, mas a terra permanece para sempre...”. Existem ainda muitos outros textos que fazem menção à destruição dos ímpios sobre toda a face da terra e não do planeta terra (Ez 7:7, Is 13:9).

Voltemos as nossas atenções ao inicio de tudo, onde o nosso Deus Criador, sendo um ser espiritual, criou todas as coisas visíveis e invisíveis para o seu louvor. Notório nos é que o homem foi o último ser a ser criado por Deus e só foi criado depois de tudo estar preparado para recebê-lo. Como quem prepara o quarto do filho que está por nascer, assim também fez Deus com o homem, a obra máxima de sua criação, conforme está registrado no livro de Gênesis.

Deus sendo um ser espiritual e tendo os seres espirituais, fez o homem, um ser material e imortal. Porém não era revestido da incorruptibilidade. Nesse meio tempo, Lúcifer ou o Querubim Protetor, como está escrito no capítulo 27 de Ezequiel e em Isaias no Capítulo 14, a partir do versículo 14, encheu o seu coração de vaidade e tentou fazer rebelião contra o Deus Altíssimo, convertendo para si a terça parte dos anjos dos céus. Mas foram expulsos não se achando mais lá a sua morada, passando então a ser um instrumento nas mãos de Deus, uma vez que o homem não era revestido da incorruptibilidade, Deus sabia o que poderia acontecer e permitiu que o homem fosse tentado pelo Diabo no Éden.

O Diabo ninguém o tentou. Mas o seu coração desfigurou-se. Deus fez um Querubim e ele mesmo se fez Diabo ou Satanás (opositor, caluniador), não obtendo assim o perdão de Deus.

Agora Deus procura os verdadeiros adoradores que o adorem em espírito e em verdade, ou seja, de coração e em atitude. Ali não entrará coisa alguma que contamine, mas só os que estiverem escritos no livro da vida e do Cordeiro, pois todos os que são impuros de coração, não tiveram as suas vidas consagradas como deveriam ser no tempo da lei, e agora, deixarem de aceitar a Jesus Cristo, não entrarão no Seu repouso. Jeová lhes deu livre arbítrio para escolherem a quem sirvam (Js 24:15, Sl 25:12 e 119:30, Lc 10:42) mas os que forem salvos serão revestidos da imortalidade e da incorruptibilidade, e quando o que é mortal, o nosso corpo, for revestido da imortalidade, então se cumprirá o que está escrito: “...Tragada foi a morte na vitória....” (I Cor 15).

Qual é a promessa de morada eterna que temos? Não está escrito que a nossa morada eterna é nos céus ou que lá existem ruas de ouro ou mansões douradas. A Bíblia diz que céu significa expansão. Existem três céus mencionados na Palavra: O primeiro é o nosso atmosférico, o segundo é o universo e o terceiro é o Trono de Deus (Gen 1: 6 a 8).

Em Mat 5:5 diz assim: “...Bem aventurados os mansos, porque herdarão a terra...”. Não diz que herdaremos o céu ou que o céu é para a Igreja. Em II Ped 3:13 está registrado que nós segundo a sua promessa aguardamos novos céus e nova terra onde habita a Justiça. Então, qual foi a promessa e a quem Deus fez? Em Gênesis temos a resposta de que a promessa foi feita a Abraão e a sua semente. A promessa que temos é que herdaremos a terra.

A Igreja é o Israel de Deus e passará a grande tribulação, no entanto, antes que Deus destrua os ímpios nós seremos arrebatados. Naquele tempo será poupado o seu povo (Mat 24:22).

Existem muitos livros escritos por Doutores, mestres e professores que tratam destes assuntos. Mas, em profecias futuras e não cumpridas tudo o que dissermos será suposição. Quando se trata de profecias ainda não cumpridas, só teremos o seu entendimento exato quando se cumprirem. Podemos hoje ter uma idéia mais próxima do que será, mas afirmarmos que assim se sucederá na íntegra não temos esse poder. Lembremo-nos de que livros, não a Bíblia, expressam a opinião pessoal de seus autores. Na maioria das vezes, aqueles que têm dúvidas ou querem aprender o que diz-nos as Sagradas Escrituras, ao invés de pedir a Deus sabedoria, procuram respostas para suas dúvidas em preceitos de homens que são conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo.

Deus nos abençoe rica e abundantemente!



Casamento de divorciados. O que diz a Bíblia sobre isso?

Casamento de divorciados. O que diz a Bíblia sobre isso?

O divórcio é um assunto extremamente polêmico, pois temos visto, inclusive, muitos pastores nessa situação, ou seja, foram casados um dia, se divorciaram e contraíram um novo matrimônio. Eu particularmente, não gosto de pregar sobre isso, tendo em vista que acima de tudo, trata-se também de um problema social. Se este assunto fosse sempre tratado na Igreja desde o princípio e sem protecionismo, nós não estaríamos vivendo neste contexto atual.

Solicito em Cristo Jesus que; não creia em tudo o que eu escrever daqui para frente, pois sou humano e também sujeito a falhas, mas ore e peça direção a Deus e deixe que o Espírito Santo lhe dê uma posição definitiva. Independente do que eu ou você ache, entreguemos a Deus as nossas vidas e que elas sejam como Deus quiser. Amém? Pois para mim, que tenho um casamento solidificado, é fácil julgar e dizer o que os separados devam ou não fazer, o difícil é para eles, e Deus conhece os corações, e sabe perfeitamente o que é sentir-se sozinho nesta vida. Porém temos uma esperança e sabemos que a nossa vida não é aqui, porque esta vida é passageira e não sabemos quanto tempo ainda nos resta nesta carne. O mais importante para nós, é quando findar esta vida estarmos em completa comunhão com Deus, pois assim sendo, seremos ressuscitados para nunca mais morrermos e aquilo que o olho não viu, nem chegou ao coração dos homens, é o que Deus preparou para os que o amam.

Antes de começar, faz-se necessário dizer que nunca poderemos tirar qualquer conclusão baseando-nos em apenas dois ou três versículos e sim, se preciso for, teremos de ler toda a Bíblia para ter um entendimento de um único versículo. Os homens maus, vão de mal a pior, enganando e sendo enganados.

Jesus disse em, Mat Cap 5, Vers 32 “...Qualquer que repudiar a sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz com que ela comete adultério; e qualquer que casar com a repudiada comete adultério...”.

A palavra adultério, "moichéia" no grego, não é repetida no texto original e, primeiramente, diz “pornéia" que significa fornicação ou sexo ilícito também em grego (sexo cometido antes do casamento). Quando contextualizamos as fases do casamento citado por Cristo, podemos perceber quão diferente era dos nossos dias e que o mesmo era divido em três fases; noivado, contrato de casamento e o casamento propriamente dito.
Noivado: na maioria das vezes era feito pelos próprios pais enquanto o casal ainda era criança. Esse poderia ser naturalmente anulado.

Contrato de casamento: era nada mais que a ratificação do noivado, o qual somente poderia ser defeito através do processo de divórcio, a partir daí haveria o período de um ano para as preparações para o casamento. Enquanto durasse esse período de contrato, o casal era tomado como marido e esposo, sem que tivessem contato sexual ou vivessem juntos, pois não tinham esse direito. Eram desposados.

Casamento: após todas as comemorações e cerimoniais passavam então a viver debaixo do mesmo teto e poderiam então manter relações sexuais.

Depois de cumpridas todas as fases do casamento, se o marido descobrisse na noite de núpcias que a sua noiva não era virgem, o significava que havia sido enganado ou traído, poderia lhe dar carta de divórcio. Isso foi exatamente o que intentou José ao saber que Maria estava grávida de Jesus (Mat 1:19); sendo advertido pelo anjo que era obra de Deus (Mat 1:20). Fato é que; até bem pouco tempo, a nossa legislação também amparava o noivo com a anulação do casamento se a noiva não fosse virgem, tal qual no passado.

Jesus ensinou que se alguém repudiar a sua minha mulher só porque não mais a ama, ficou feia, engordou etc, como era na lei de Moisés que autorizava este ato, estará provocando o pecado dela e, se ela pecar, terá participação nesse pecado. Ele faz uma advertência para que ninguém repudie a mulher e, abre uma exceção; caso ela cometa “moichéia” [exceção essa já foi contextualizado acima] está permitido o repúdio. Fora desse contexto, ou haja o perdão ou fiquem sem se casar, porque quem se casar com a repudiada também comete adultério. Segundo o texto bíblico somente o homem podia pedir o divorcio e repudiar a sua mulher, e o homem e a mulher não estavam no mesmo pé de igualdade. Em hipótese alguma a mulher podia pedir ou dar carta de divorcio.  

Um pouco mais adiante, no Cap 19, depois de Jesus concluir alguns discursos, saiu da Galiléia e dirigiu-se aos confins da Judéia, além do Jordão. Quando chegamos no Vers 3, lemos assim: “...Então, chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?...”  – Ele deu a mesma resposta dada no Cap 5, ou seja, no verso seguinte ele respondeu; “...Ele porém respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que no princípio, o criador os fez macho e fêmea e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mas dois, mas, uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não separe o homem.

Disseram-lhe eles: Então por que Moisés mandou dar carta de divórcio e repudia-la? (eles estavam tentando a Jesus e ele sabia perfeitamente disso).

Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar a sua mulher, mas no princípio não foi assim. Eu vos digo, porém que qualquer que repudiar a sua mulher, não sendo por causa de prostituição (moichéia), e casar com outra, comete adultério e o que casar com a repudiada também comete adultério.

Os discípulos entenderam tão bem os ensinamentos de Cristo que chegaram a seguinte conclusão:

Disseram-lhe seus discípulos: Se esta é a condição do homem relativamente, a mulher não convém casar. Ele porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido...”.

E assim concluiu no versículo 12:

"Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos por causa do Reino dos céus. Quem pode receber isso, que o receba".- Podemos receber isto? O que é mais importante em nossas vidas? Será que é o reino dos céus?

Notemos que muitos se baseiam nesse capítulo de Mateus onde não diz que podem se casar novamente em caso de adultério e nem tampouco induz o homem ao pecado para poder livrar-se do casamento e sim; expôs em que circunstância a parte traída poderá repudiar o traidor. Porém em ambos os casos, a determinação é a mesma: se casar de novo comete adultério.

Por isso servir a Deus implica em negar a si mesmo, escolhendo seguir a vontade de Deus. Muitos hoje já estão se casando com o pensamento, fruto de ensinos de homens já contaminados, de que poderá não ser para a vida inteira, mas que se não der certo poderão separar e tornar a se casarem. A Bíblia deixa claro que se amarmos mais as coisas deste mundo do que a Deus, não seremos dignos dele. Vale a pena renunciar o mundo por amor a Jesus. Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno (Mat 5:29).

Em Romanos, no Cap 7 e Vers 1 a 3,  lemos “...Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo em que vive? Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, esta-lhe ligada pela lei; mas morto, o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adultera se for doutro marido; mas morto o marido, livre está da lei e assim não será chamada adúltera se for doutro marido...” Sabemos que só temos duas condições de repúdio, uma é a com motivos (adultério) e a outra é sem motivos (falta de amor etc) e em ambas as condições, a orientação é a mesma. Paulo ainda escreveu em I Corintios, Cap 7 e Vers 10 e 11 “ ... Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido. Se porem se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher...”. Mas adiante, no Ver 39 diz: “... A mulher casada está ligada pela lei, todo o tempo em que o marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contando que seja no Senhor...”.

Quantas vezes o homem poderá se divorciar? Todas as vezes que ele achar uma outra mais interessante ou, como é comum hoje, por incompatibilidade de gênios, ele a trai e pronto. Chega em casa, conta para a esposa e pode ir embora dar entrada na papelada para o divórcio e se casar de novo, tanta quantas forem às vezes que desejar. Sem Lei, não há pecado. O povo de Deus tem sido secularizado. O mundo tem dado o sabor a Igreja, fazendo com que se torne sal insípido, pois aceitamos seguir o que agrada os nossos olhos e satisfaz os desejos dos nossos corações. Entretanto, diz a Bíblia que enganoso é o coração do homem (Jer 17:9).

A família é a Célula Máter (mãe) da sociedade. Uma vez destruída a família, a sociedade também é destruída. O que será dos filhos dessa União destruída pelo Diabo? Por isso também Deus proibiu um novo casamento em caso de divórcio e incentivou o perdão entre as partes. Por se multiplicar a iniqüidade (se tornar comum o pecado, todos fazem), aquilo que é contra as Leis de Deus, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo.

Leia o que diz em Ezequiel 3:18 a 21: “...Quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; não o avisando tu, não falando para avisar ao ímpio, acerca do seu caminho ímpio, para salvar a sua vida, aquele ímpio morrerá na sua maldade, mas o seu sangue da tua mão o requererei. Mas, se avisares o ímpio, e ele não se converter da sua impiedade e do seu caminho ímpio, ele morrerá na sua maldade, mas tu livraste a tua alma

Semelhantemente, quando o justo se desviar da sua justiça, e fizer maldade, e eu puser diante dele um tropeço, ele morrerá; porque, não o avisando tu, no seu pecado morrerá, e suas justiças que praticara, não virão em memória, mas o seu sangue da tua mão o requererei. Mas, avisando tu o justo, para que o justo não peque, e ele não pecar, certamente viverá, porque foi avisado e tu salvaste a tua alma...”.

Como serão as famílias num futuro próximo? Acreditarão que o casamento não é uma instituição falida? A que Lei devemos seguir? A lei dos paises que permitem o divórcio, a união de homossexuais e etc, ou a Lei de Deus que proíbe todas essas coisas (ver o exemplo dado em Daniel, sobre Sadraque, Mesaque e Abednego)? Os que atualmente se encontram casados novamente, mas com os ex-conjuges ainda vivos, quer queiram ou não; biblicamente estão em adultério, e os adúlteros não herdarão o Reino de Deus.

Agora, o que dizer a uma pessoa que antes de conhecer a Jesus, era viciada em drogas? Devo dizer-lhe que dos pecados dela Jesus não se lembra mais e que Deus não leva em conta o tempo da ignorância, e que ela pode continuar a usar as drogas porque quando começou não sabia? Devo dizer a quem está em adultério que continue adulterando, pois quando se casou não sabia que adulterava ou, devo dizer que agora que sabe, deve negar a si mesmo? Os que defendem o casamento entre divorciados, na sua extrema maioria defendem a sua própria causa.

Aconselho-te que leia inteiramente os capítulos aqui mencionados, pois foram destacados somente os pontos julgados serem principais no assunto em questão. O fato de ter-se casado somente no civil não impede a pessoa de tornar um só corpo com o outro, pois foram ligados pela lei dos homens e, no Senhor, seria dizer que o casamento estaria de acordo com os mandamentos que temos. Se me amardes, guardarás os meus mandamentos e, aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama.

Concluindo, se estás casado, não se separe. Se o casamento tornou-se insuportável, impossível, é aí que Deus há de Operar, pois Ele é o Deus do possível e há de restaurar esse lar. O Diabo veio para matar, roubar e destruir, mas Jesus veio para nos libertar.

Deus nos abençoe rica a abundantemente.


VENCENDO AS DIFICULDADES ATRAVÉS DA FIDELIDADE

VENCENDO AS DIFICULDADES ATRAVÉS DA FIDELIDADE

Texto Base: Gen 6: 7, 8 e 14.

Assunto Principal: Somos chamados a perseverarmos na fé, no amor e na esperança.
INTRODUÇÃO
Quebra-Gelo: Desde o nascimento até a morte, todos encontram dificuldades.
Sinônimos para dificuldades? Falando nisso, propomos o seguinte tema:

Gancho: Viver é um grande desafio;.. Quando estamos novos, cheios de vigor.....

Afirmação Teológica:             Esforça-te e Deus te ajudará.

Frase de transição: Como vencer as dificuldades através da fidelidade?

Para isso meditaremos nos seguintes pontos reflexivos:

1 – Creia que aquele que te confiou a obra providenciará os meios para concluí-la. ( Ver 22a.)
“... Assim fez  Noé...”

No Ver 14 temos a ordem incondicional de Deus a Noé:
Faltou alguma coisa?  O que faltou?

Noé usou os recursos próprios. Do mais pobre passou a ser o mais rico.

Aquele que iniciou a obra em nós é poderoso para completá-la

Frase de transição: Como vencer as dificuldades através da fidelidade?

2- Persevere no propósito que Deus te confiou ( Cap 5 ver 32 e Ver 6 do Cap 7)
- Perseverar, talvez, tenha sido a maior dificuldade de Noé.
100 anos construindo
Tinha  600 anos
Sem garantias racionais
*****“...Dizem que Noé entrou na arca no 600, no 2.° mês (outubro-novembro), no dia 17. (Gên 7:11).
E que Deus só lhe deu ordem para sair da arca no ano 601 de sua vida aos dias 27 do mês segundo. (GEN 8 :14), ou seja, Noé FICOU NA ARCA EXATOS 1 ANO E 17 DIAS OU 382 DIAS!...”

 O que seria mais fácil? Ficar na arca ou sair da arca?

"Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor." 1 Coríntios 15:58

Frase de transição: Como vencer as dificuldades através da fidelidade?

3 – Com muito esforço e trabalho (Ver 22:b)
As medidas da arca e a sua arquitetura;
((...De acordo com Génesis, a Arca de Noé era uma grande embarcação em forma de caixa, construída de madeira, provavelmente de cipreste, e impermeabilizada com alcatrão. Baseado no cálculo do côvado comum como tendo 44,5 cm, as suas dimensões seriam 133,5 m de comprimento, por 22,30 m de largura, 13,40 m de altura. Tinha uma porta lateral. Certamente, o teto deveria tido um ligeiro grau de inclinação para escoar a água da chuva. Esta relação entre comprimento e largura, de 6 para 1, é usada pelos modernos engenheiros navais. Isto daria à arca cerca de 40 mil m³ de volume bruto. Internamente, seus 3 conveses forneceriam uma área total de mais de 8 900 m² de espaço útil....))
Madeiras prontas
A vida diária na antes e na arca, convivência
Uma pessoa endividada só sai da dívida como?

Chegamos aqui nesta Igreja como?
É difícil ganhar almas para Cristo? Com muito esforço e trabalho

4 Conclusão:

Como vencer as dificuldades através da fidelidade?
1 – Creia que aquele que te confiou a obra providenciará os meios para concluí-la
2- Persevere no propósito que Deus te confiou

3 – Com muito esforço e trabalho

COMO LIDAR COM OS NOSSOS MEDOS

COMO LIDAR COM OS NOSSOS MEDOS

Marcos 6:49



Assunto Principal:  O medo é uma das defesas do organismo que objetiva a preservação do indivíduo.
INTRODUÇÃO

( Leitura do Texto): Marcos 6:49
“...Mas, quando eles o viram andar sobre o mar, cuidaram que era um fantasma, e deram grandes gritos...”.

Gancho: Que cena! Que espetáculo deve ter sido... A menina fantasma no elevador!

Afirmação Teológica:   O temor ao Senhor é o princípio de toda a sabedoria

Frase de Efeito:                       .
-    Como obter o controle sobre os nossos medos?

1. QUAIS SÃO OS SEUS MEDOS.
Definição: “...O medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo...”
a. Do que você tem medo?
1) Do escuro, altura (...) de baratas, do mar, aranhas, de se casar, ter filhos? Medo de pessoas como o chefe, o vizinho...?
a) Eu fui uma criança muito medrosa... Acreditava em assombrações e etc... Não quero trazer aterrorizar...
>> Só vê ET quem acredita nisso...
2) O medo pode aprisionar! O homem pode virar refém de seus medos!
3) O Excesso de medo descontrola todo o organismo... Dor de barriga...
b. A família não pode permitir que o medo reine em seu lar, pois o medo desestabiliza, descontrola. - (os discípulos decidiram gritar... deram gritinhos porque estavam descontrolados)
O marido e a esposa não devem ter medo um do outro. O respeito mútuo é completamente diferente de medo mútuo.
A Igreja é composta pelas famílias
Evite tomar decisões com medo. Serão decisões insensatas, inseguras, produzidas sob o calor das emoções, e poderão te levar ao arrependimento..
Você está com muito medo?
Sabe o quê a Bíblia fala de tudo isso?
Salmos 37:5 “...Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará....”.
Mateus 10:28“... Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno...”
PENSAMENTO: “...O medo faz parte da vida da gente. Algumas pessoas não sabem como enfrentá-lo, outras - acho que estou entre elas - aprendem a conviver com ele e o encaram não como uma coisa negativa, mas como um sentimento de autopreservação..”. (Senna - Junho 1991) 
Como obter o controle sobre os nossos medos?

2. ENFRENTE OS SEUS MEDOS COM A PRUDÊNCIA.
O medo é comum a todos os seres humanos perfeitamente saudáveis psíquica e emocionalmente. Não há homem sem medo.
a. O primeiro passo para se enfrentar prudentemente o medo é:
1) Não focalize só o objeto do medo, aquilo que causa medo em você. Focalize os possíveis danos que esse objeto poderia causar em você. Identifique-os e, assim, terá dado o passo mais importante para poder enfrentar esse sentimento.
- Exemplo:
O Cidadão morre de medo de leão. Seria o caso ele entrar na jaula do gatinho e enfrentá-lo?
2) Focalize os possíveis danos que esse objeto poderia causar em você.
> Medo de olhar debaixo da cama à noite.
> Medo de ficar desempregado?
♣ O mundo impõe medos diversos ao homem.
São muitas as coisas que nos atribulam e nos despertam essa sensação.
Ilustração: Estava se aproximando o carnaval...
 “...Na multidão dos meus pensamentos dentro de mim, as tuas consolações recrearam a minha alma....” Salmos 94:19
-    O medo paralisa o corpo e a mente.
3. TENHA CORAGEM.
Coragem é resistência ao medo, domínio do medo, e não ausência do medo. (Mark Twain)
O franguinho teme a galinha até que...
No auge do temor, dos gritos histéricos, Jesus se identifica:
“...Tende bom ânimo; sou eu, não temais... . Marcos 6:50
Ø  Nesse momento o medo se vai instantaneamente.
Ø  Medo de olhar embaixo da cama?
Ø  O medo atrapalhou as grandes navegações... Existiam lendas terríveis, mas depois que desbravaram o mar, esse mede se foi.
Ø  Deus fala a você através da Sua palavra:
 “...Não temas, ó bichinho de Jacó, nem vós, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu redentor é o Santo de Israel....” - Isaías 41:14
“...Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós...”.Tiago 4:7
a. O medo é uma das características de quem está despreparado, pois a preparação trás a segurança e a segurança, por sua vez, anula o medo!

CONCLUSÃO:
Como obter o controle sobre os nossos medos?
Sabendo quais são;
enfrentando-os com prudência; e
tendo coragem para dominá-los.