UMA VISÃO GERAL A RESPEITO DO ARREBATAMENTO
DA IGREJA E DO INGRESSO NA VIDA ETERNA!
A doutrina mais aceita e amplamente difundida
pelas Igrejas sobre o assunto, apesar de ser do conhecimento da minoria, se
desenvolveu no meio evangélico mundial após o lançamento, entre o início e a
metade do século XX,
da Bíblia Scofield, que é segundo a
palavra dos maiores estudiosos e exegetas da época. Essa Bíblia trouxe várias
doutrinas “novas” baseadas em equívocos sucessivos na interpretação das
Sagradas Escrituras, entre eles o estudo do Apocalipse. Scofield desenvolveu um
estudo do Apocalipse baseado na escola pré-milenista dispensacionalista: a
Igreja
seria arrebatada “secretamente”
e a seguir se iniciaria a grande tribulação. Essa tribulação seria de sete
anos, mas dividida em dois períodos de três anos e meio.
Segundo essa “nova” interpretação, no
primeiro período o anticristo governaria com o apoio de Israel, mas na metade
desses sete anos ele romperia e perseguiria os judeus. Contudo, no final desse
segundo ciclo de três anos e meio, Jesus voltaria para buscar os judeus que
finalmente o aceitariam como Messias, para então dar início ao seu reino
milenar com Satanás amarrado, a Igreja voltando outra vez para a terra e reinando
com Ele. Nesse período os judeus que ficariam vivos até o final dos sete anos,
continuariam vivos com uma vida normal na terra, casando e se dando em casamento. Mas ao
término do milênio satanás seria solto e os perseguiria. Seriam ressuscitados:
os mortos que não aceitaram a Jesus antes da tribulação, os judeus que
aceitaram a Jesus durante a tribulação, os judeus que continuaram vivos, mas
morreram durante o milênio e os judeus que Satanás devorou no final dos mil
anos.
Toda essa
doutrina, que divide a grande tribulação em sete anos, foi subentendida,
equivocadamente, nas 70 semanas de Daniel 9:24-27, pois aquele evento teve a
sua realização na pessoa de Cristo em 30-33 A.D. Quando lemos o texto percebemos que ele
fala de setenta semanas de anos, e isto todas as escolas concordam, que vai pegar
do período do exílio babilônico (+/- 460 a.C) até a morte de Jesus na cruz (+/- 33
d.C), perfazendo um total de 490 (quatrocentos e noventa) anos. Contudo, os pré-milenistas entendem que a última
semana de Daniel 9:27 ainda
não aconteceu, ou seja, ela teria sido transferida para um futuro desconhecido.
Entendem ainda que foram cumpridas 69 (sessenta e nove) semanas (Dn 9:24-26),
quando então essa contagem teria parado (está parada há mais 2.000 anos), o que chamam de “relógio
de Deus”, e essa contagem só seria reiniciada quando a igreja fosse
arrebatada sercretamente. Mclaudinho_fb@hotmail.comas o pior não é isso, pois esse mesmo texto fala da cessação da
transgressão, do fim dos pecados, da expiação da iniqüidade, da justiça eterna,
da unção do santíssimo, do Ungido/Messias (que vem do hebráico Meshiah) que no
meio da semana faria cessar o sacrifício e a oblação. Entretanto, isso
aconteceu de fato na morte de Yeshua, com o episódio do véu do templo se
rasgando de alto abaixo, cessando a partir desse momento o sacrifício para
expiação de pecados e a oferta de manjares.
Caro leitor, temos antítipos na Bíblia sobre
o arrebatamento que não podem ser desprezados, a saber, como está registrado em
Luc 17:26 a 36: “... E como aconteceu nos dias de Noé, assim também
será a vinda do Filho do Homem. Comiam, bebiam, casavam-se e davam-se em
casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e consumiu a todos. Como também da mesma maneira
aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e
edificavam. Mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, consumindo a
todos. Assim também será o dia em o
que o Filho do Homem há de se manifestar. Naquele dia, quem estiver no
telhado, tendo os utensílios em casa, não desça a tomá-los e, da mesma sorte, o
que estiver no campo, não volte para trás. Lembrai-vos da mulher de Ló.
Qualquer que procurar salvar a sua vida perdê-la-á, e qualquer que a perder,
salva-la-á. Digo-vos que, naquela noite, estarão dois numa cama; um será
tomado, e o outro será deixado. Duas estarão juntas, moendo; uma será tomada, e
a outra será deixada. Dois estarão no campo; um será tomado e o outro
deixado...”. O dilúvio, a destruição de Sodoma e Gomorra são antítipos do
arrebatamento e não mencionam nenhuma
outra nova chance para os que ficarem, a não ser: a destruição. Temos ainda
a parábola do joio; que representa a colheita do arrebatamento, onde o trigo
representa os salvos sendo colhidos e só serão separados no dia da colheita, e
o joio, simbolizando os perdidos não salvos que são deixados e destruídos
queimados sem uma segunda chance (Mat 13:28
a 30). Na parábola das dez virgens, cinco eram prudentes e cinco loucas, mas
tardando o esposo tosquenejaram todas e adormeceram. Mas à meia noite, ouviu-se
um clamor: Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro! As que estavam preparadas
entraram com ele para as bodas, e a porta se fechou. As que ficaram pediram-lhe
para que abrisse a porta, ou uma oportunidade, mas ele respondeu dizendo que
não as conhecia, não as deixando entrar (Mat 25: 1 a 13). “Quem não subir será o
joio”.
O texto de Lev 19:9 é um dos que têm sido
usados como um antítipo do arrebatamento, fazendo alusão ao que diz que; são sombras das coisas futuras. Porém,
se fosse um antítipo, não é o Senhor da colheita que recolhe as espigas que
ficaram e elas não vão para o mesmo lugar que as que foram colhidas primeiro
foram. Agindo assim, percebemos nitidamente de um texto, montando-se um
contexto, pois não há nenhuma relação ou relato bíblico que ao menos indique
que Jesus dará uma segunda chance aos que ficarem, e ainda; o conteúdo do
referido texto aborda um assunto completamente diferente ao enfocado, não sendo
uma passagem profética nem escatológica entrando, assim, em contradição com: o
tipo do dilúvio, destruição de Sodoma e Gomorra, na parábola do Joio, das dez
virgens e demais textos que tratam do assunto. Se cada versículo da Lei é um
tipo, representando assim algo no futuro (antítipo), e é literalmente sombra
das coisas futuras, teríamos inúmeros antítipos representando as mais diversas “teses” possíveis. Contudo só devemos
crer como sendo tipos e antítipos, aqueles que a própria Bíblia diz que são, e
não os que achamos que podem ser assim compreendidos.
Vale a pena ressaltar que a Bíblia só faz
menção a duas ressurreições e, neste caso, em qual delas se enquadrariam os que
morrerem durante a grande tribulação? Atentemos que somente os que fizerem
parte da primeira é que a segunda morte não terá poder (Apoc 20:6), e só há uma
única ressurreição para os salvos segundo a Bíblia. Hoje já existem aqueles que
dividiram a primeira ressurreição em três fases. Mas, se assim o for; haverá quatro ressurreições. Dizem que a primeira
fase foi quando Cristo ressuscitou e junto com ele, muitos corpos de santos, mas Jesus foi a primícia sozinho dos que
dormem e aqueles que ressuscitaram, ressuscitaram quando ele morreu, antes
de sua ressurreição, e novamente morreram (I Cor 15:20). Assim, biblicamente, a
primeira fase não tem sentido, pois em tudo Ele teve a preeminência. Foi o primeiro em
tudo e só Ele ressuscitou até o presente momento. Na segunda fase ensinam que seria agora na vinda de Jesus (também esta
subdividida em duas fases), a terceira
suposta fase da primeira ressurreição, seria no término da grande tribulação, e
a quarta e última seria no
complemento do milênio.
O Apostolo Paulo nos escreveu acerca desse
evento tão esperado, conforme podemos meditar em I Cor 15, onde destacamos
apenas os versículos julgados oportuno para o momento. No Vers 23 lemos: “...
Mas cada um na sua ordem: Cristo as
primícias, depois os que são de
Cristo, na sua vinda...”. Complementando, vejamos o Vers 52: “...Num
momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta
soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados...”.
Lendo todo o capítulo, concluímos, conforme está escrito, que somente após soar
a última trombeta é que os mortos ressuscitarão, e ressuscitarão com corpos
revestidos da incorruptibilidade e da imortalidade e, após isso, os vivos serão
transformados. Quando soará a última trombeta?
Existem os que dizem que ressurreição e
reviver têm diferença. Dizem que os que morrerem na grande tribulação reviverão
para reinarem com Cristo no milênio, e não ressuscitarão.
A Bíblia diz que após o arrebatamento a terra
ficará vazia, destruída e assolada. Meditemos em Apoc 19:17: “... E vi um anjo, que estava no meio
do sol, e clamou com grande voz dizendo a todas as aves que voavam no meio do
céu: Vinde e ajuntai-vos a ceia do grande Deus. Para que comais a carne de
todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes... ”.
Em Jer 4, a partir do versículo 20, mas ressaltemos a
partir do 23: “... Observei a terra, e eis que estava assolada e vazia; e os
céus, e não tinham a sua luz”.
Observei os montes, e eis que estavam
tremendo, e todos os seus outeiros estremeciam.
Observei e vi que homem nenhum havia e que
todas as aves do céu tinham fugido.
Vi também que a terra fértil era um deserto,
e que todas as suas cidades estavam derribadas diante do Senhor, diante do
furor da sua ira. ”. Jeremias
contemplou a terra após o arrebatamento da Igreja e conforme foi nos dias de
Sodoma e Gomorra, após a família de Ló ser retirada, pelos anjos de Deus,
choveu fogo e enxofre dos céus e as destruiu. Assim também após os anjos do
Senhor apanharem aqueles que estão selados pelo Espírito Santo para o dia do
arrebatamento (Ef 4:30), a terra será assolada, sobrevirá repentina destruição
(Jó 38: 22 e 23). Leiamos II Ped 3:7 “... Mas os céus e a terra que agora
existem, pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo,
até o dia do Juízo e da perdição dos homens ímpios...”. Existem muitas
referências na Bíblia que dizem que somente os habitantes da terra serão
destruídos, e não a terra.
Uma vez arrebatada a Igreja é feita a
destruição dos homens ímpios, ficando a terra vazia, deserta e assolada.
Antes de entrarmos em Apoc 20, é importante
analisarmos Is 6:9 a 12 – “... Então disse ele, vai e dize a este povo:
ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebereis..”.
Engorda o coração deste povo, e endurece-lhe
os ouvidos, e fecha-lhes os olhos; não venha ele a ver com os seus olhos, e a
ouvir com os seus ouvidos, e a entender com o seu coração, e a converter-se e a
ser sarado. Então disse: Até quando
Senhor? E respondeu: Até que se
assolem as cidades, e fiquem sem habitantes, e nas casas não fique morador, e a terra seja assolada de todo e o
Senhor afaste dela os
homens e no meio da terra seja grande o desamparo...”. Jesus fez uso deste
texto profético quando contou a parábola do semeador e disse que assim falava,
por parábolas, para que somente os que ouvissem de bom grado o entendessem. O
ímpio e os “grandes homens” não podem compreender o que está escrito por que
ela está ocultada aos grandes, mas revelada aos pequeninos. Se tudo o que
estivesse escrito tivesse um sentido literal, todos compreenderiam, mas não é
bem assim.
Na Bíblia temos tronos representando
poderios, dias simbolizando anos e assim sucessivamente.
Quando lemos Apoc 20, que trata da prisão de
Satanás, onde ele é amarrado e selado para não mais enganar as nações até o
complemento dos mil anos, não quer dizer que esteja amarrado, com selo, carimbo
ou com placa de identificação, mas sim; que durante os mil anos que se
sucederão os corpos dos mortos na vinda do Senhor não serão sepultados, e a
terra estará completamente deserta, assolada e vazia. Quando Satanás se
apresentou a Deus para falar sobre Jó, Deus lhe perguntou de onde ele vinha e ele
lhe disse que vinha de passear sobre a terra e rodeá-la. Agora ele permanecerá
colhendo o fruto que plantou; a destruição. Como há de enganar as nações se
estarão todos mortos?
Findo o milênio acontece a segunda
ressurreição (Apoc 20:5) e todos os que morreram perdidos ressuscitarão, é o
que significa a saída da prisão ou soltura de Satanás: o selo retirado. A
partir desse momento haverá pessoas novamente sobre a face da terra, vindas da
segunda ressurreição, e são elas que ele, Satanás, irá enganar para cercar a
Cidade Amada. Sabe donde vem a Cidade Amada e o que ela representa? Após isso
os ímpios serão destruídos com fogo que descerá do céu e os devorará para
sempre.
João viu um novo céu e uma nova terra, porque
o primeiro céu e a primeira terra passaram e o mar já não existe. Significa que
as coisas já passaram; esta vida, o milênio, o antigo e o novo testamento (ver
o versículo 4). João viu ainda a Santa Cidade, a nova Jerusalém que de Deus
descerá do céu para a terra. E Jesus disse; eis que faço nova todas as coisas.
No Versículo 9 do capítulo 21, um dos anjos
chamou a João para lhe mostrar a esposa, a mulher do Cordeiro e o que foi que o
anjo lhe mostrou? A Igreja (corpo de Cristo) ou a nova Jerusalém? Durante o
milênio estaremos nas bodas (festa de casamento) do Cordeiro, seremos os
convidados (Mat 22). Após isso, o anjo dá a sua medida e lhe manda medir com
uma cana e dizendo que conforme a medida de um homem é a medida de Deus, e diz
como é a Cidade. Muitos usam este capítulo para ilustrar o céu, dizendo que lá
as ruas são de ouro e existem mansões celestiais/douradas, mas não há ruas de
ouro ou mansões douradas descritas na Bíblia. Esquecem que ele fala é da Nova
Jerusalém que está descendo para a terra e não do céu (expansão) e nos diz que as nações da terra andarão a sua luz
durante toda a eternidade, e somente a cidade não necessita de luz e que
somente ali não haverá noite. Diz também que os reis da terra andarão a sua
luz.
Ainda no Cap 21:3, a Nova Jerusalém é
descrita como o tabernáculo de Deus com os homens e Jesus, o Sumo Sacerdote
eterno deste tabernáculo (Hb 5:5), sendo Deus quem virá morar com o seu povo na
nova terra, e não o seu povo ir morar com Ele. Não haverá mais lembranças das
coisas passadas e o destino dos ímpios está no versículo 8, que é a segunda e
última morte.
Analisando Apoc 21:1, faz-se necessário
ressaltar que a terra não será totalmente destruída conforme está escrito em
Jer 4:27 que diz: “... Porque assim diz o Senhor, toda esta
terra será assolada, de todo porém, a não consumirei...”. E ainda em Ecl
1:4, “... Uma geração vai e outra geração
vem, mas a terra permanece para sempre...”. Existem ainda muitos outros
textos que fazem menção à destruição dos ímpios sobre toda a face da terra e
não do planeta terra (Ez 7:7, Is 13:9).
Voltemos as nossas atenções ao inicio de
tudo, onde o nosso Deus Criador, sendo um ser espiritual, criou todas as coisas
visíveis e invisíveis para o seu louvor. Notório nos é que o homem foi o último
ser a ser criado por Deus e só foi criado depois de tudo estar preparado para
recebê-lo. Como quem prepara o quarto do filho que está por nascer, assim
também fez Deus com o homem, a obra máxima de sua criação, conforme está
registrado no livro de Gênesis.
Deus sendo um ser espiritual e tendo os seres
espirituais, fez o homem, um ser material e imortal. Porém não era revestido da
incorruptibilidade. Nesse meio tempo, Lúcifer ou o Querubim Protetor, como está
escrito no capítulo 27 de Ezequiel e em Isaias no Capítulo 14, a partir do versículo 14,
encheu o seu coração de vaidade e tentou fazer rebelião contra o Deus
Altíssimo, convertendo para si a terça parte dos anjos dos céus. Mas foram
expulsos não se achando mais lá a sua morada, passando então a ser um
instrumento nas mãos de Deus, uma vez que o homem não era revestido da
incorruptibilidade, Deus sabia o que poderia acontecer e permitiu que o homem
fosse tentado pelo Diabo no Éden.
O Diabo ninguém o tentou. Mas o seu coração
desfigurou-se. Deus fez um Querubim e ele mesmo se fez Diabo ou Satanás (opositor,
caluniador), não obtendo assim o perdão de Deus.
Agora Deus procura os verdadeiros adoradores
que o adorem em espírito e em verdade, ou seja, de coração e em atitude. Ali não
entrará coisa alguma que contamine, mas só os que estiverem escritos no livro
da vida e do Cordeiro, pois todos os que são impuros de coração, não tiveram as
suas vidas consagradas como deveriam ser no tempo da lei, e agora, deixarem de
aceitar a Jesus Cristo, não entrarão no Seu repouso. Jeová lhes deu livre
arbítrio para escolherem a quem sirvam (Js 24:15, Sl 25:12 e 119:30, Lc 10:42)
mas os que forem salvos serão revestidos da imortalidade e da
incorruptibilidade, e quando o que é mortal, o nosso corpo, for revestido da
imortalidade, então se cumprirá o que está escrito: “...Tragada foi a morte
na vitória....” (I Cor 15).
Qual é a promessa de morada eterna que temos?
Não está escrito que a nossa morada eterna é nos céus ou que lá existem ruas de
ouro ou mansões douradas. A Bíblia diz que céu significa expansão. Existem três
céus mencionados na Palavra: O primeiro é o nosso atmosférico, o segundo é o
universo e o terceiro é o Trono de Deus (Gen 1: 6 a 8).
Em Mat 5:5 diz assim: “...Bem aventurados os mansos, porque herdarão a terra...”. Não diz que herdaremos o céu ou que o céu
é para a Igreja. Em II Ped
3:13 está registrado que
nós segundo a sua promessa aguardamos novos céus e nova terra onde habita a
Justiça. Então, qual foi a promessa e a quem Deus fez? Em Gênesis temos a
resposta de que a promessa foi feita a Abraão e a sua semente. A promessa que
temos é que herdaremos a terra.
A Igreja é o Israel de Deus e passará a
grande tribulação, no entanto, antes que Deus destrua os ímpios nós seremos
arrebatados. Naquele tempo será poupado o seu povo (Mat 24:22).
Existem muitos livros escritos por Doutores,
mestres e professores que tratam destes assuntos. Mas, em profecias futuras e
não cumpridas tudo o que dissermos será suposição. Quando se trata de profecias
ainda não cumpridas, só teremos o seu entendimento exato quando se cumprirem.
Podemos hoje ter uma idéia mais próxima do que será, mas afirmarmos que assim
se sucederá na íntegra não temos esse poder. Lembremo-nos de que livros, não a
Bíblia, expressam a opinião pessoal de seus autores. Na maioria das vezes,
aqueles que têm dúvidas ou querem aprender o que diz-nos as Sagradas
Escrituras, ao invés de pedir a Deus sabedoria, procuram respostas para suas
dúvidas em preceitos de homens que são conforme os rudimentos do mundo e não
segundo Cristo.
Deus nos abençoe rica e abundantemente!